20 de abril de 2013

Sábado assim...


Olá queridos.
Hoje é sábado e o dia está perfeito para ir ao cinema, caminhar no parque, conversar com os amigos. O que acham?

Bem, eu vou ficar aqui dando continuidade ao meu segundo livro e aproveitando para retribuir o carinho de vocês. 

Mas é claro, que vou aproveitar o tempo lindo para desfrutar da natureza no jardim. Adoro outono, é frio, mas não chega a ser muito. Simplesmente perfeito!

Sabe aquele dia frio com sol? Está assim. Olho para fora e o que vejo são casinhas rodeadas de plantas.

Vou aproveitar e preparar um chocolate quente. Adoro!

Antes, vamos nos encantar com uma música?
Todos já conhecem!

Vem comigo!


Quem gostou deixa um recadinho!
Beijos!

19 de abril de 2013

O carteiro passou aqui..




Olá queridos!

O carteiro passou aqui e deixou dois livros lindos. 

Vamos conferir:


Estou feliz e quero muito conhceer as histórias dessas duas escritoras super simpáticas e amáveis. 


Li um pouquinho de cada livro e deu para perceber que elas escrevem muito bem.


Finalmente, poderei me encantar com o mundo mágico delas.

Ler é uma maneira de sonhar!

Beijocas!


18 de abril de 2013

O que anda rolando...




Olá amores. Como vocês estão?

Eu tenho algumas novidades.
Nem sempre eu posto aqui no blog, para não ficar cansativo. Mas hoje colocarei.

Bem, teve resenha no blog da Rafa( adoro esse nome, pq será?)



Entrevista também teve lá no cantinho lindo dela:


A Raquel fez uma apresentação tão linda que fiquei emocionada.


E teve a Flávia também:


Bem, caso eu tenha esquecido de alguém é só avisar que coloco o link. Muitas vezes, sai postagem e não me avisam, daí eu nem sempre encontro. hehehe

Beijinhos para todos vocês.



RETRIBUO TODOS OS COMENTÁRIOS.


Culinária do livro: Amazônia- Um Caminho para o Sonho.



Fonte imagem: aqui

Quem leu meu livro “Amazônia- Um Caminho para o Sonho” sabe que o grupo, de quatro amigas e o tio de uma delas, está viajando de Manaus no Amazonas até Belém no Pará. E durante um passeio eles experimentam a vitamina de guaraná.
Vamos conhecem uma das receitas? Dá muita energia para aguentar longas caminhadas debaixo do sol escaldante da amazônia.
Vitamina energizante de guaraná .

Ingredientes:
80 ml de xarope de guaraná e a mesma quantidade de castanha
duas colheres de amendoim torrado
uma colher de café de pó de guaraná
duas colheres de leite em pó
um ovo de codorna cru e com casca
uma pitada de catuaba e de ginsen também em pó
Depois adicione dois copos de gelo e bata no liquidificador. Após 5 minutos,
está pronto o guaraná!
Fonte: http://br.dir.groups.yahoo.com/group/cozinha_saborosa/message/5413





Alguém conhece  a bebida? O que acha do sabor?
Deixem suas opiniões.
Beijinhos no coração de cada um de vocês. Muito obrigada pela visita e pelos comentários.




17 de abril de 2013

Comentário: A Intuitiva



Olá leitores.
Quando o livro não é de parceria eu apenas escrevo um comentário sobre o que achei da obra e não uma resenha.
Então, vamos lá!
Comprei o livro A INTUITIVA, já faz um tempo, em um sebo e agora decidi ler.
É um daqueles livros de banca que ganharam uma capa diferente, formato, essas coisas. Aliás, a capa é linda, na minha opinião.  Mas não foi isso que me chamou a atenção, e sim, o tema.
É sobre dons paranormais, que muito ainda assusta algumas pessoas. Quantas histórias de bruxas queimadas na fogueira já ouvimos? O medo de perder o poder sempre levou inocentes à morte.
A jovem Alethea tem visões desde criança e há um homem que sempre aparece nas visões dela até que um dia ela vê a morte dele. Que ainda não aconteceu, mas irá acontecer. Ela se vê na responsabilidade de ajudá-lo e com um desenho ela descobre quem ele é e vai ao seu encontro. Eles precisarão descobrir quem vai querer matar  Hartley( o cara das visões) e como impedir que isso aconteça. Nesse meio caminho descobrirão outras atrocidades do suspeito que levará a um final merecido!
Eu não entendi bem o dom dela, pois se ela tinha visões, então, seria a clarividência...mas tudo bem. O dom dela era a intuição aguçada que a fazia perceber se aquelas visões estavam no passado ou futuro.
Eu gostei do livro, tem mistério, romance em boa medida.
Recomendo.

Alguém já leu algum livro da Hannah Howeell? O que achou?
Beijinhos no coração.
Marli Carmen

15 de abril de 2013

O mistério do Senhor de Sipan.




Olá leitores. 
Hoje venho com um texto que escrevi e preciso muito da sua opinião sincera e analítica.
Vamos lá me dar essa mãozinha?


Foto: Múmia encontrada do senhor de Sipán.



O mistério do Senhor de Sipan.


Nos Andes todos conheciam a lenda do Senhor de Sipan, contam que há muito tempo chegou à costa do Peru em Lambayeque um jovem chamado Naylamp.  Governou no Vale do Sipan, no norte do Peru. Sua autoridade era incontestável, tinha três poderes: religioso, militar e civil. Morreu e deixou no seu lugar o filho para governar. Da antiga civilização Mochica ou Moche, que mais tarde dariam lugar aos Lambayeque, Chimus e finalmente aos Incas.
Tudo era apenas uma lenda entre os indígenas andinos, história passada de geração a geração, como tantas outras. Mas com uma diferença: na primavera de 1987, 1700 anos depois, a persistente equipe de arqueólogos peruanos coloca um ponto final na dúvida da realidade da lenda, ao anunciarem uma das maiores descobertas arqueológicas da América no século XX. Era a primeira descoberta de uma múmia tão antiga nestas terras. Enterrada em um sarcófago de madeira, a múmia estava rodeada de peças de ouro e prata, também havia pedras semipreciosas como a turquesa. A múmia acabou sendo considerada Patrimônio da Humanidade, pois contava um pouco da história das civilizações das Américas. Encontrava-se em um museu muito bem protegida. Era o orgulho do Diretor do museu que não cansava de dizer o quanto a obra era preciosa e valia milhões. Segundo ele, muito mais do que as jóias encontradas junto.
Fomos chamados à região por que o museu havia sido saqueado! Levaram um único ornamento: a Múmia de Sipan! A maior descoberta havia sido roubada!
Segundo o Diretor era intriga da oposição:os invejosos de Cusco, que não aceitavam o fato da múmia de Sipan ser muito mais valiosa do que uma múmia Inca.  José meu chefe, era um grande investigador. Começou observando, com sua calma habitual, o local escuro, com aquela típica luz clara de museu, ia percorrendo os objetos até chegar ao local que deveria estar a múmia. Tudo estava intacto, não era um saqueamento, pois só levaram um único objeto. Havia na sala um estranho aroma de vinho, provavelmente utilizado para disfarçar o mau cheiro que acabava tendo devido as antiguidades. O Museu de arqueologia contava com peças encontradas nas escavações de 87: máscaras, cerâmicas e jóias. Enquanto caminhava, José percebeu algo reluzindo no chão, abaixou-se e pegou um anel... fez aquela cara que eu já conhecia: era uma pista! Havíamos encontrado uma pista importante! Ou melhor, ele havia encontrado.
Ao sairmos nos deparamos com Sandra, uma das assistentes que trabalhava no museu, uma americanazinha, atrapalhada, loira, de olhos azuis que falava um espanhol enrolado. Foi possível compreender que ela estava reclamando com o namorado, guarda do museu, que ela havia perdido seu anel. José e eu nos entreolhamos e ela foi a primeira na nossa lista de suspeitos. A investigação estava apenas começando.
Percorremos o pátio externo do museu e em uma entrada nos fundos, que parecia nunca ser aberta divido à ferrugem, percebemos algumas pegadas. José abaixou e pode identificar que uma delas era de um sapato Oxford. Seguimos ao encontro do Diretor, que havia nos convidado a tomar uma bebida em um barzinho local, tudo estava muito atrasado no pequeno povoado de Lambayeque em Chiclayo. O Diretor perguntou se já havíamos encontrado alguma pista, José disse que precisávamos que o museu ficasse fechado até encontrarmos o culpado. Então, aquele homem de pele morena e baixinho, começou a dizer que o museu precisava pagar suas contas e se fechassem isso complicaria ainda mais. Novamente fez questão de afirmar que a obra roubada valia muito e  graças a sua perspicácia estava assegurada havia seis meses.
Pediu um vinho para esquentar nossos corpos e mentes. Ao primeiro gole, levantou seus olhos negros e disse com uma calma que até então não tivera, que nos daria um dia para a investigação com o museu fechado, na manhã seguinte seria reaberto.
José e eu agradecemos seguimos por uma rua estreita e retornamos. Ao chegarmos deparamos com Jaqueline, a guia do museu. Na manhã daquele dia, fora ela a primeira a perceber o roubo ao entrar na sala número 1. Trabalhava há três anos no local, estudou na Universidade Católica de Lima e depois retornou para sua cidade. Começo a trabalhar lá antes de Sandra e nunca simpatizou com a americana que tinha o cargo que ela desejava.
O guarda foi interrogado e disse que em um determinado momento da noite demorou-se um pouco no banheiro. Talvez foi nesse tempo em que o bandido agiu, pois ele não escutou nada diferente e por isso não entrou na sala. Ficamos um pouco desconfiados, pois era quase impossível que ele não tinha visto absolutamente nada.  Seria ele cúmplice no roubo?
A nossa maior dúvida continuava sendo como o bandido havia entrado se nenhuma das entradas foi arrombada. Sandra, Jaqueline, o Diretor e o guarda tinham a chave! Todos eram suspeitos! Mas no meio de tantos suspeitos era preciso organizar as pistas e separá-las em falsas e verdadeiras. Precisávamos imaginar por que alguém roubaria uma múmia histórica. Onde esconderiam uma múmia do século I ou II da nossa era? Quais os interesses por trás de um roubo arqueológico? 
Passamos a tarde em silêncio apenas observando e simulando os acontecimentos em nossas mentes. Eles não imaginavam que eram nossos suspeitos, apenas acreditavam que estavam colaborando para encontrarmos o ladrão. Por isso, precisávamos agir com cautela, um deles devia estar de olho na gente!
Trocamos algumas ideias entre nós dois e depois de pensar por um longo tempo, José já não tinha mais dúvida, havia encontrado o ladrão!
O cheiro de vinho na sala e depois o Diretor os convida para beberem um. Muito suspeito. A pista havia sido plantada para culpar o Diretor. O que o ladrão não esperava era que veriam as pegadas nos fundos do museu, pegadas Oxford, sapato impossível de encontrar no local em que estavam. Sandra havia dito que entrou pela frente naquela manhã, mas as pegadas estavam nos fundos, a americana era a única que poderia ter aquele sapato, naquele fim de mundo.
Decidiu observar se ela ainda estava com ele, mas não estava. Precisava de provas quando se dirigiu à Jaqueline e pediu que ela o ajudasse a abrir a porta que dava para o depósito. Queríamos verificar todos os espaços do museu, para descobrir se havia alguma passagem secreta ou algo parecido. Apesar de haver a pegada na porta dos fundos, não havia marca de pneu ou de mais de uma pessoa. Se descobríssemos como a múmia foi retirada do museu, seria mais uma prova contra o ladrão.
Havia alguns entulhos em frente à porta e Jaqueline começou a retirá-los com nossa ajuda. Num momento de descuido, a jovem acabou pisando no pé do investigador, que ao olhar para baixo, percebeu na jovem o sapato que ele procurava!
O mistério da Múmia de Sipan foi esclarecido, Jaqueline confessou o crime e também que plantou as provas para enganar o investigador. O sapato Oxford ela havia comprado em Lima- a capital do país, antes de ir viver em Chiclayo. O que queria era que um dos dois fosse afastado, então ela encontraria a múmia no subsolo -onde havia deixado- e conquistaria um cargo maior no museu.


FIM.

13 de abril de 2013

Entrevista com o leitor.


Foto cedida pela Silvana.


A entrevistada de hoje é a leitora Silvana do blog: http://blogprefacio.blogspot.com.br/ Adoro passar lá no blog Perfácio e gostei muito dela ser uma das leitoras de Amazônia, pois é uma blogueira que eu admiro o trabalho.

Amei!

Querem conferir comigo?




1-Primeiramente gostaria que você se apresentasse para os leitores do blog Amazônia.
Oi, meu nome é Silvana Crepaldi, tenho 31 anos e amo livros desde que aprendi a ler. Moro na cidade de Sorocaba, São Paulo. Sou administradora do blog Prefácio. Não tenho nenhuma pretensão a ser uma escritora. Meu negócio é ler. Leio quase de tudo, só não gosto de livros que tenham a ver com religião e livros de auto-ajuda.

2-Como surgiu a ideia do título do seu blog? Do que se trata?
Quando eu e minha amiga Olivia participamos de um clube do livro aqui na nossa cidade, surgiu a ideia do blog, pois sempre lemos, trocamos livros e recomendamos aos nossos amigos. E vimos que com o blog, esse retorno seria maior, Então pensando em um nome que não fosse clichê surgiu Prefácio. O blog se trata exatamente disso, falamos sobre livros, filmes e series que gostamos.

3- O que te levou a querer ler Amazônia- um caminho para o sonho?
Conheci o livro em um blog que eu sigo, o My Literary Life da Bruna. Lendo a resenha dela e de como ela gostou, e como sei que temos os gostos literários parecidos, fiquei interessada.

4- Quando você começou a ler pensou que era totalmente diferente daquilo que tinha imaginado?
Sim, pensei que seria mais como um livro de história chato que lemos nas escolas.

5- Qual a parte do livro, Amazônia - um caminho para o sonho, que você mais gostou? Por quê?
Eu não gostei de uma parte especifica. Gostei do livro como um todo, aprendi muito com ele.

6- Em relação aos personagens principais qual foi aquele que mais te cativou? Por quê?
Gostei muito da Camila. Acho que porque me identifiquei muito com ela. Sou assim também, de sempre achar um motivo para dar risada. Me identifiquei com a alegria dela.

7- E quanto aos personagens secundários: qual foi aquele que mais te cativou? Gostarias de escrever por que isso aconteceu?
Gostei bastante da Maria Teresa. Pela força dela, por ser uma mulher de fibra mesmo com todas as dificuldades com que ela vive.

8- Se fosse definir em poucas palavras o livro, quais você utilizaria?
Um livro que vale a pena ser lido.


9- Ao terminar a leitura o que ficou?
A vontade de conhecer mais sobre o País em que vivemos.

10- Você já encontrou sua rosa azul?
Sim

11- Você tem interesse em ler o segundo? Por quê?
Claro que sim, porque sei que vai ser tão bom quanto esse e vou adquirir ainda mais conhecimentos.

12- Na sua opinião, a capa deveria ser mudada? Por quê?
Eu notei que algumas pessoas comentaram sobre a capa lá na minha resenha, mas na minha opinião ela representa bem sobre o que fala o livro.

13- O que você gostaria que fosse esclarecido no segundo livro? O que você espera que aconteça?
Quero saber do romance dos dois. Na verdade quero saber o que aconteceu com cada um dos personagens que já aprendi a amar.

( arrumei a frase pois continha spoilers hehehe)

14- Quais são suas expectativas em relação a esse segundo livro nos Andes peruanos?O que de fato você espera desse livro?
Espero aprender mais sobre o lugar e espero que tenha um pouco de mistério também.

15- Alguma pergunta para a autora?
Quando sai o livro? Estou ansiosa.

Silvana, eu espero que ainda em 2013 o livro chegue até os leitores.

Obrigada Silvana.
E aí, gostaram da entrevista com a Silvana?
Marli Carmen

12 de abril de 2013

Caixinha de correio



Olá queridos, olha o outro livro lindo que chegou aqui em casa!!!

Muito feliz por conhecer novos autores da literatura brasileira. 

Keila, obrigada pelo livro e devo dizer que a capa é linda, tem uma cor fabulosa e encantadora. Linda como o outono.

Beijinhos para todos e VAMOS LER MAIS LITERATURA NACIONAL!

Alías, vocês costumam ler livros da nova geração de escritores nacionais? Caso não leiam, o que os impede?

Marli Carmen

10 de abril de 2013

Comentário: Eu, meu pai e meus outros amores.



Olá queridos leitores do blog.
Hoje temos mais um livro nacional. Mostrando como os nossos autores estão crescendo graças as redes sociais.
O livro: EU, MEU PAI E MEUS OUTROS AMORES, da escritora Lilian Reis, é narrado em primeira pessoa pela jovem Jade e por outros personagens da trama. Possibilitando ao leitor conhecer um pouco dos pensamentos e emoções de cada um. Esse fator lembrou-me o livro de MEMORIAL DE MARIA MOURO- RAQUEL DE QUEIRÓZ, já que fora o primeiro livro que li assim, com o autor sinalizando quem será o próximo narrador. Bem legal!
  Em meio ao seu mundo de confusões adolescente, ela sofre pela separação dos pais acreditando que é rejeitada pelo pai. Depois de algum tempo, devido um acontecimento forte na sua vida, vê-se obrigada a sair da fabulosa cidade do Rio de Janeiro para viver em uma fazendo em BH. Para ela, uma jovem da cidade acostumada com as distrações da cidade, acaba não sendo uma mudança de fácil aceitação. Mas seu pai e a nova família estão dispostos a fazê-la sentir-se em casa e mudar sua maneira de ver a situação.
Gostei de acompanhar o amadurecimento da mimada garota da cidade, fiquei emocionada com a nova surpresa que acontece na fazendo e quase arrebenta o coração do leitor. Naquele momento da leitura fiquei torcendo, torcendo...era já madrugada quando estava lendo e meu coração nas mãos! Pensa que eu queria largar o livro para ir dormir? Queria continuar para saber o que aconteceria!
E você, vai ficar aí sentando, ou vai correr para comprar o seu exemplar?
Porque eu não irei contar! Hahaha


Detalhe para capa que quando você pega na mão fica “namorando.” Ah, e quem gosta de um romance, aproveita! Porque tem umas cenas lindas, que você vai ficar torcendo, também!
Eu super recomendo a leitura.
Beijocas
Marli Carmen
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